Em 1911, boa memória era sinônimo de inteligência. Até dá para entender. Naquela época,quando o governo brasileiro tornou o vestibular obrigatório para universidades públicas e particulares, conhecimento era coisa para poucos.
Ter um baú de informações na cabeça já permitia a qualquer um ser pelo menos um bom profissional. Então não era surpresa que os vestibulares sepreocupassem em testar basicamente a capacidade de memorização.
Um século e muita decoreba depois ela continua sendo uma habilidade louvável, mas não ;e nem nunca foi a mais importante - só a mais fácil de testar numa prova. coisas fundamentais, como o raciocíno e a criatividade, ainda são menos levadas em consideração do que deveriam na hora de selecionar quem entra na universidade.
Não é de espantar então, que muita gente deseja a morte dos testes tradicionais, não é desculpa estudante burro: o próprio Albert Einstein dizia que a obrigação de decorar fórmulas foi a maior, e mais inútil, tortura pelo qual passou na vida.
Henrique Breviglieri 7° ano 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
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