domingo, 21 de junho de 2009

2° Encontro Juventude Soberana


No dia 20/6/2009 aconteceu o segundo encontro do projeto Juventude Soberana, com objetivo de dar apoio emocional, fisíco e psicológico, além de ser uma grande forma de lazer aos alunos do Colégio Soberano!

No primeiro momento, com o auxílio da psicóloga Juliana os alunos formularam uma história que estava com as frases embaralhadas, após a história estar montada, os alunos tiveram um grande momento de reflexão. A segunda parte foi a oficina de dança, com a ajuda de um professor de dança de salão, os alunos desenvolveram os passos do forró. A terceira parte, os alunos fizeram origames, a instrutora foi a professora Débora.

O projeto terminou com um grande final, o cine pipoca, foi assistido o filme: Filhos do Paraíso, um filme muito bonito, que retrata uma história de muita tristeza e emoções! Após o filme todos tiveram o momento de reflexão, que por sinal levantou muitas emoções em todos os presentes!

Mais uma vez o encontro do projeto Juventude Soberana foi arrasador, e levantou a união de todos que estavam presentes naquele momento!

Henrique Breviglieri 7° ano

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Uma atitude individual pode mudar muita coisa!


Em uma área urbana de poucos metros quadrados aconteceu uma grande transformação, que mudou a paisagem e a rotina de muitos moradores do bairro do Sumaré, na zona oeste de São Paulo. A confluência das esquinas das ruas Apinajés, Herculano e Soledade, deixava livre um cimentado de forma triangular, que servia como depósito de lixo e entulho, como estacionamento e abrigo de indigentes. A única coisa saudável ali era uma árvore, um Chapéu-de-Sol resistente e generoso, plantado por um vizinho há uma década. “Mudei para cá há três anos e vivia colocando faixas pedindo para que não jogassem lixo nessa área. Cansei de falar com as pessoas que faziam mau uso do lugar, mas eles reagiam debochando de mim. Pensei até em me mudar”, conta Bruno Giovanetti, jornalista, que mora em frente a área.


Numa cidade populosa e caótica como São Paulo, cada milímetro de solo é disputado na raça e as noções de cidadania são, facilmente, ignoradas. A velocidade com que tudo acontece na maior cidade da América Latina aniquila qualquer possibilidade de que haja uma certa gentileza urbana, isto é, ações de preservação do patrimônio físico e humano. Esse cantinho, então, era simplesmente mais uma prova concreta dessa realidade que parecia imutável. Até que um fato trágico e uma iniciativa com muita prontidão mudaram o rumo dessa história. Em outubro do ano passado, houve um incêndio ali. Os colchões dos moradores de rua foram queimados. Ninguém ficou ferido, mas as chamas consumiram uma parte da árvore e colocaram em risco a casa vizinha. Esse foi o ponto de mutação do lugar.


Jaime Prades, artista plástico e morador da Rua Herculano, resolveu tirar o entulho e conversar com os comerciantes que usavam o espaço como depósito de tralhas e, até, estacionamento. Mas não foi só: nos dois meses seguintes, ele trabalhou em um grafite enorme: munido de tinta e escada, aproveitou as manchas deixadas pelo incêndio na parede para grafitar pássaros gigantes e outras figuras lúdicas. Jaime fez do Chapéu-de-Sol suporte para a instalação batizada de “Árvore das Perguntas”. Quem passa se encanta pelos desenhos e não escapa da curiosidade de ler as mensagens penduradas na árvore: • “Por que jogamos lixo nas ruas?” • “Por que as pessoas não se preocupam umas com as outras?” • “Você se importa com a natureza?” • “Você conhece a sua origem e a dos seus ancestrais?” • “Quem somos nós brasileiros?” • “Por que tanto desperdício e tanta carência?”.


Estas são algumas das muitas questões que interagem com os passantes, convidados a fazer a conexão com seus aspectos mais vitais e humanos. “Ainda tem gente que joga lixo aqui, mas recolho”, diz Jaime. “Acho que uma das grandes chaves para resgatar o melhor das pessoas e da cidade, nestes tempos de tanta insegurança e caos. é a limpeza. Em vários níveis: limpeza da cidade, da rua, da casa, do corpo, das emoções. Numa reciclagem constante”, acredita o artista. “O grafite tem o incrível poder de demarcar territórios urbanos”, explica Bruno. “Depois do trabalho do Jaime a paisagem mudou de fato e foi um grande alívio para a vizinhança. Estou documentando todas as etapas dessa transformação, que será incluída na minha tese de doutorado”, completa o jornalista, que tem centenas de fotos e imagens captadas ali e vai incluir esse exemplo em sua tese de doutorado sobre “Grafite”, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

Por que o plástico demora tanto tempo para desaparecer na natureza?


A principal razão é que a natureza ainda não sabe como se livrar dele. "Bactérias e fungos que decompõem os materiais não tiveram tempo de desenvolver enzimas para degradar a substância", afirma a engenheira química Marilda Keico Taciro, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O plástico é um material novo na natureza - o primeiro modelo surgiu só em 1862, criado pelo britânico Alexander Parkes. Cada uma de suas moléculas possui centenas de milhares de átomos, principalmente carbono e hidrogênio. Como as ligações entre os átomos são muito estáveis, os decompositores não conseguem quebrar o material em partes menores para destruí-lo. Resultado: alguns tipos de plástico, como o PET, usado em garrafas de refrigerantes, levam mais de 200 anos para desaparecer.

"Com a evolução, os microorganismos devem se adaptar, mas isso pode levar milhões de anos", diz o biólogo José Gregório Cabrera Gomes, também do IPT. Por isso, o descarte de plásticos é uma grande dor de cabeça para os ecologistas do século XXI. O material produz gases tóxicos ao ser queimado e tem reciclagem complicada, porque não se pode misturar diferentes tipos de plástico. O jeito é desenvolver modelos biodegradáveis como o PHB, que, em aterros sanitários, vira pó em apenas seis meses. Mas esses ainda custam caro - até cinco vezes mais que os convencionais - e, por isso, respondem por apenas 1% do total de plásticos vendidos no mundo.

DURO DE MATAR
Plásticos tradicionais levam até 200 anos para se decompor

TIPO DE PLÁSTICO - Polietileno - ONDE É USADO - Material hospitalar, utensílios domésticos
QUANDO DESAPARECE* - 50 anos

TIPO DE PLÁSTICO - Poliestireno - ONDE É USADO - Brinquedos
QUANDO DESAPARECE* - 50 anos

TIPO DE PLÁSTICO - Polipropileno - ONDE É USADO - Pára-choques de carro, carpetes
QUANDO DESAPARECE* - 100 anos

TIPO DE PLÁSTICO - Polietilenotereflalato (PET) - ONDE É USADO - Embalagens de refrigerantes, fitas magnéticas - QUANDO DESAPARECE* - 200 anos

TIPO DE PLÁSTICO - Polihidroxibutirato (PHB - Biodegradável) - ONDE É USADO - Cartões de crédito, talheres descartáveis - QUANDO DESAPARECE* - 6 meses a 2 anos

* Em ambientes ricos em bactérias e fungos, como aterros sanitários

Fonte: Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)


HAJA FUNGO
Objetos de alumínio e vidro são ainda mais perenes

MATERIAL - Folha de papel - QUANDO DESAPARECE - 3 a 6 meses

MATERIAL - Fósforos de madeira - QUANDO DESAPARECE - 6 meses

MATERIAL - Miolo de maçã - QUANDO DESAPARECE - 6 meses a 1 ano

MATERIAL - Chiclete - QUANDO DESAPARECE - 5 anos

MATERIAL - Lata de aço - QUANDO DESAPARECE - 10 anos

MATERIAL - Pote de vidro - QUANDO DESAPARECE - 4 000 anos

MATERIAL - Lata de alumínio - QUANDO DESAPARECE - nunca

Fonte: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PROGRAMAÇÃO DE CINEMA - 15/06

Clique na imagem para vê-la em tamanho grande...



domingo, 7 de junho de 2009

Visita à Sabesp - 28/05 e 05/06

Clipe com fotos capturadas durante a visita à Sabesp nos dia 28/05 e 06/06/2009.

sábado, 6 de junho de 2009

Um dos assuntos cada vez mais discutido, distúrbios alimentares:
A bulimia e a anorexia.

Anorexia: E uma distúrbio psicológico que faz a pessoa se ver gorda mesmo estando muito abaixo de seu peso. Ela usa de laxantes, diuréticos, induz o vômito e jejua, além de submeter-se a exercícios físicos intensos. Pessoas que veem a doença de fora, não entendem como uma pessoa tão magra pode se achar gorda.

Bulimia: A pessoa come muito em um espaço de tempo pequeno, como se estivesse com uma muita fome, logo depois se sente gordo e culpado, assim a pessoa induz o vômito para não engordar, podendo usar alguns remédios para não ganhar peso.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

JUVENTUDE SOBERANA - por Ana Lívia - 7º ano

O projeto Juventude Soberana, proposto pelo Colégio Soberano aos alunos do 6º ao 9º ano é formado por um conjunto de eventos mensais, cujo objetivo é dar suporte social, emocional e psicológico aos alunos, conforme diz a psicóloga Juliane Apda. Cintra Blanco, organizadora do evento, juntamente com a diretora Fabiana Martins de Oliveira Pimenta.
Alunos de 11 a 14 anos poderão participar do evento, com o propósito fundamental de transformá-los em adolescentes conscientes e responsáveis em sua sociedade.
Esse evento ajudará a ter consciência, desepenho e empenho na sala de aula, despertar seu papel de aluno, filho e cidadão.
Não deixem de participar deste evento, tenho certeza que vocês vão adorar!
Ana Lívia - 7º ano 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

A embalagem muda o gosto da bebida?


Se você tem a sensação que seu refrigerante favorito é melhor na garrafa de vidro do que na de plástico, fique tranquilo: não é frescura, mas um palpite cientificamente correto.

Apesar de o líquido que entra pelo gargalo ser o mesmo, o sabor é alterado por inconvenientes de cada recipiente: polímentros da embalagem PET escapam para o líquido, e a latinha acelera a saída do gás, entre outros exemplos.

Vai uma rodada de psicologia? Pois saiba que o posto da garrafa de vidro como a favorita é, também, coisa de nossa cabeça. Pelo menos é o que acredita a engenheira de alimentos Rosires Deliza, para quem o componente emocional desce tão redondo quanto o químico.

"Aprendemos que é certo tomar vinho em taça, não em copo plástico,isso influi no paladar". Vale também para as cervejas e os refrigerantes: o apelo do material vai favorecer à beça sua degustação.

Henrique Breviglieri 7° ano 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Bullying - Uma prática condenável

Bullying

É um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.
Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

TIPOS DE BULLYING

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
- Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
- Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
- Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
- Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
- Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
- Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
- Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
- Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
- Isolamento social da vítima.
- Usar as tecnologia de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
- Chantagem.
- Expressões ameaçadoras.
- Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").

BULLYING NAS ESCOLAS

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.
Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por três anos, o que incluía alcunhas (apelidos) jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio".
Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda Pearl Jam.
Nos anos 1990, os EUA viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas.
Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.
Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

APELIDOS (ALCUNHAS)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma verruga ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

Se você é vítima de qualquer tipo de Bullying, se presenciou alguém sofrendo ataques de Bullying, denuncie imediatamente à direção de sua Escola, aos seus professores e pais.

Jamais revide ou tente vingar-se desta prática. Mas nunca deixe de denunciar os agressores, pois somente após tomar conhecimento da situação é que a sua Escola poderá tomar atitudes efetivas e concretas para erradicar esta terrível e criminosa prática e por consequência tomar providências quanto à punição dos agressores.
E, para você que gosta de inventar apelidos engraçadinhos para os amigos vai um recado: Abra o olho! Isso é crime, e como tal você poderá sofrer sanções e penalidades indesejáveis.

Quando Jesus disse: "Ame ao próximo como a si mesmo" não foi à toa, pois se você raciocinar um pouco verá que esta frase pode ser simplesmente entendida como:

"RESPEITE AS PESSOAS DA MESMA FORMA

QUE VOCÊ GOSTARIA QUE ELAS TE RESPEITASSEM".

Um abraço a todos, Tio Anderson.


Livro: O Enigma das Letras Verdes - Stella Carr

Informamos aos pais e alunos do 5º ano do Ensino Fundamental (4ª série) que a Biblioteca do Colégio Soberano Joãozinho e Maria receberá até a próxima 2ª feira (08/06) quatro exemplares do livro "O Enigma das Letras Verdes" de Stella Carr.

Pedimos aos alunos que procurem a secretaria da Escola na data acima mencionada para que possam tomá-los em empréstimo e concretizar a sua leitura, tendo em vista que o referido livro será tema de avaliação bimestral por parte da Professora Flávia, que leciona Literatura e Produção de Textos.

A data da avaliação foi adiada em razão da dificuldade dos alunos em conseguirem exemplares deste livro, sendo que a nova data será divulgada através de bilhete enviado aos pais através de seus filhos.

Atenciosamente, a direção.

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JUNHO

Neste mês de junho temos poucos aniversariantes, mas todos eles são pessoas especiais que merecem um grande abraço de todos dos alunos e toda a equipe do Colégio Soberano Joãozinho e Maria. São eles:

JOÃO PEDRO - 6º ano - 08/06
STEPHANE LARA - 6º ano - 12/06
MATHEUS DAVIS - 3º ano - 10/06
GABRIELY MELO - 1º ano - 06/06
JOÃO VITOR - 1º ano - 04/06
MARIA VITÓRIA - 1º ano - 04/06
SABRINE ANDRADE - Pré I - 06/06
ANTONIO ANTOLIN - Jaedim II - 10/06
JOÃO PAULO - Jardim II - 25/06

Parabéns e muitas felicidades aos aniversariantes do mês de junho!

terça-feira, 2 de junho de 2009

DICAS PARA SER UM JOVEM BEM SUCEDIDO - AUGUSTO CURY

A maioria dos jovens da atualidade não tem sonhos, nem maus nem bons.

Eles não têm uma causa para lutar. Estão despreparados para os desafios sociais e profissionais.

Poderão engrossar a massa de pessoas frustradas.



Anime-se! Tenha metas. Faça o que ninguém fez.



Sonhe muito, sonhe alto, mas tenha seus pés na terra.



Valorize seus estudos. Ame sua escola. Crie oportunidades.Ao cria-lás, não tenha medo de falhar.



Se falhar, não tenha medo de chorar. Se chorar, repense a vida, mas não recue.

Augusto Cury














Extraído do livro: Dez Leis para Ser Feliz - Ferramentas para se apaixonar pela vida.


Autor : Augusto Cury